51 de lado - matéria 01
fale com a minha mão
por piero barcellos / fotos: maurício capellari

Por incrível que pareça, falar de masturbação ainda é tabu. Você conhece alguém que admita bater punheta ou siririca com frequência? Poucos assumem a busca da autossatisfação, como se fosse algum problema. E não é! A indústria do sexo nunca esteve tão em alta, principalmente com a internet: vídeos e fotos explodem na tela como um convite ao descascamento de banana. Comparado com a época dos seus avós, é um avanço! Aliás, eles também tinham as suas “manhas”. E os avós dos seus avós, e por aí vai. No melhor estilo Discovery Channel, vamos contar como essa porra toda (literalmente) evoluiu.
A LINHA DE TEMPO DA MASTURBAÇÃO
Idade da Bronha Lascada (Idade da Pedra)
Para que haja masturbação, é necessário uma mão e um pau ou uma buceta? Necessariamente não. O seu cachorrinho criado em apartamento que o diga. Quantas vezes você já pegou o totó se esfregando loucamente numa almofada para saciar os instintos? Se esse é um comportamento próprio dos animais, é possível pensar que até mesmo os dinossauros faziam igual. Na falta de fêmeas, nada que uma árvore ou uma pedra mais jeitosinha não pudesse resolver. Pena do tiranossauro rex se ele tivesse que usar os curtos bracinhos para se masturbar.
Dando um pequeno salto de milhões de anos, surgiu o homem, evoluído do macaco (outro bicho que de inocente não tem nada). O homo habilis se destacava pelo uso das mãos na criação de ferramentas e armas de caça, que facilitaram a sua vida. E, bom, se o homem já sabia como usar as mãos para sobreviver, lógico que usava também para outras coisas. Porém, os registros mais antigos são de 4 mil anos a.C., na ilha de Malta. Dentro de um templo foram encontradas estátuas de mulheres gordinhas se acabando na siririca. As moças bem fornidas de carnes eram muito visadas na época, por causa do frio – quanto mais cheinha, mais resistente às baixas temperaturas. E estão se masturbando porque... bem... todos nós sabemos como o pau encolhe quando está frio.
Deus Egípcio e Egoísta (Antigo Egito)
O Antigo Egito até hoje mexe com a imaginação das pessoas, seja pelos segredos nunca desvendados, como a construção das pirâmides, seja pelo grande desenvolvimento, para a época, em áreas como medicina e astronomia. Porém, foi a religião a maior incentivadora para que os egípcios adotassem a prática de escabelamento de palhaço como algo natural. Segundo suas crenças, o deus Atun (uma das mais importantes divindades) teve uma “paudurescência”, bateu uma para aliviar a tensão e esporrou em cima da terra, de onde brotou a humanidade. Então, já que até um deus podia bater uma bronha sem compromisso, os egípcios não se faziam de rogados e também mandavam ver. Exploradores encontraram objetos em forma de pênis dentro das tumbas das mulheres. Os falos representavam a fertilidade, e também serviam como brinquedinhos sexuais das moças, que só andavam de ladinho.
A Liberdade Greco-Romana (Idade Antiga)
Ora, o que esperar de uma sociedade que permitia que homens mais velhos iniciassem rapazotes na arte do sexo? Tanto os gregos quanto os romanos eram absolutamente liberais em relação ao sexo e à masturbação. Mas, como tudo naquela época precisava ser contextualizado numa lenda, aí vai: Pã, o deus dos bosques e dos campos, tentou seduzir uma ninfa, mas não obteve sucesso. Seu pai, o deus Hermes, para aliviar o sofrimento do filho, ensinou-o a arte do cinco-contra-um. E Pã curtiu tanto que ensinou a arte da bronha aos jovens pastores.
Onanismo Bíblico (+ ou - uns 1000 a.C.)
Muita gente se refere à masturbação como a prática do onanismo ou “louvar a Onã”, como também chamam os moleques punheteiros de onanistas. Na verdade a história é outra, e pode ser conferida no Antigo Testamento (Gênesis, 38). Como sabemos que a probabilidade de um leitor da Void ter uma Bíblia em mãos é a mesma de pandas aprenderem a voar, resumimos a história: O irmão mais velho de Onã se casou, mas como Deus não ia muito com a cara dele, matou o infeliz. Para dar continuidade à família, Onã deveria se casar com a mulher do irmão morto e procriar. Porém, como havia uma herança sendo cobiçada, se a mulher não engravidasse, Onã herdava tudo. Para evitar a concepção, Onã mandava ver na cunhada, mas tirava o pau na hora de gozar – o popular coito interrompido. Como Deus é onipresente (desculpa de voyeur), fulminou com o espertinho que morreu com fama de punheteiro. Por causa dessa historinha, tanto os judeus quanto os católicos veem no desperdício do sêmen um pecado grave. Sexo, só para procriação. E ninguém havia de contrariar, com medo de levar um raio divino nas fuças!
Clitóris Queimado (Idade Média)
A palavra “masturbação”, em latim, deriva de duas palavras: mano e stuprare, que juntas significam “sujar com as mãos”. Se a relação punheta-pecado já era regra na era de Cristo, imagina então na Idade Média, em que uma mulher que fizesse um chá para gripe era tida como bruxa? A Igreja Católica, em 1222, através dos estudos do teólogo São Tomás de Aquino, determinou que o ato de “descascar banana” ou “tocar piano” é um pecado tão graves quanto comer a irmã ou a filha. Os punheteiros eram considerados hereges, por desperdiçarem o “líquido sagrado”, e podiam até morrer na fogueira por isso. E como sexo por prazer era coisa do capeta, as mulheres que curtiam tocar uma gloriosa tinham o clitóris queimado ou cortado fora. E você ainda acha ruim quando alguém entra no seu quarto sem bater?
Abobado da Punheta - (Idade Moderna)
Na Idade Moderna, o homem se lançou em busca do desconhecido. O Iluminismo deu novos ares às artes e às pesquisas científicas, e era a época das grandes odisseias marítimas. Tanto tempo no mar, sem mulher alguma no barco, o marinheiro tinha que apelar para o velho cinco-contra-um para suportar a solidão. E ainda bem que ele estava em alto-mar! Na Europa, as descobertas científicas, aliadas ao fanatismo religioso, descobriram uma nova “doença”: o mal de Onã. Os sintomas descritos eram emagrecimento, dores de estômago, perda de apetite ou fome em excesso, asma, doenças de pele, cegueira, insanidade e burrice aguda. Nas mulheres, incluía-se também a possibilidade de ficar infértil, virar hermafrodita (de tanto tocar siririca, vai nascer um pinto ali!) e queda do útero. A preocupação dos pais com os jovens que acordavam pela manhã com a cama molhada e com o amigão em riste levou à criação de equipamentos antipunheta, como cinturões de ferro que continham a ereção e máquinas que disparavam sinos a qualquer indício de paudurescência. Ao ouvir os “jingle bells”, os pais sabiam que algo de ruim estava acontecendo.
Pode até lhe ser bastante recomendável (Início da Idade Contemporânea)
Um artigo publicado no New Orleans Medical and Surgical Journal, em 1855, afirmava que a masturbação havia feito um mal tão grande para a humanidade que nem a peste, a varíola ou as guerras haviam feito! Felizmente, no início do século 20, novos estudos sobre o onanismo foram realizados. Psicólogos e psiquiatras como Sigmund Freud e Wilhelm Stekel falam sobre isso em suas pesquisas, afirmando que a punheta e a siririca fazem parte do aprendizado sexual, sem provocar qualquer distúrbio mental ou físico. Porém, mesmo com os avanços nas áreas medicinais, psicológicas e sexuais, tem gente que ainda pensa que tocar uma humilde gloriosa é um crime inafiançável. Ainda bem que eles são a minoria.
A EVOLUÇÃO DOS ESTÍMULOS
A bronha e a siririca fazem parte da evolução sexual do ser humano. E se é difícil para você admitir que seus pais fazem sexo, tente conceber que eles também já se masturbaram (isso se ainda não o fazem com frequência), e que os pais deles também já passaram por isso. Tanto que, mesmo com a repressão moral de alguns anos atrás, havia uma pequena indústria voltada para o erotismo, que servia de estímulo para os punheteiros de plantão. E falamos de punheteiros porque o prazer feminino sempre foi um tabu, até mesmo para quem trabalhava com putaria.

Hoje a coisa é mais fácil e democrática, e menos estereotipada. Se antes o banheiro era o tradicional templo do onanismo, hoje a cerimônia acontece na frente do computador. Com um clique, o usuário tem acesso ao mundo da pornografia, capaz de contemplar todos os tipos de fetiches existentes. O surgimento das conexões rápidas foi um fator importante neste caso: se antes você tinha que deixar o computador ligado no telefone de um dia para o outro para baixar um vídeo de foda de 5 minutos, hoje ele carrega em segundos nos youtubes pornôs espalhados pela rede. Aquela história de ficar constrangido ao encarar a tia da locadora ou o caixa da banca de revistas acabou.
- Filmes:
Os filmes pornôs de 1920 eram rodados em puteiros e passados em clubes privados e casas de clientes. Por serem mudos, os caras tinham que colocar algo nas legendas que fosse mais do que uns gemidos: “Oh, querida, use a ‘pele de peixe’. Eu não quero um ‘Júnior’ tão cedo” (em uma tradução direta, “ponha a camisinha que eu não quero engravidar”). A partir dos anos 70 é que esse nicho da indústria cinematográfica começou a se desenvolver. Salas “especiais” de cinema eram destinadas à sua exibição. E alguns filmes passaram até mesmo a ter uma “trama” que justificasse a metelança desenfreada – como na cinessérie erótica Emmanuelle, por exemplo. Clássicos como Garganta Profunda e Taboo marcaram época e são famosos até hoje.

Hoje a mídia é o vídeo em flash. PornTube, YouPorn, RedTube e Megaporn são os nomes de alguns sites que hospedam vídeos de sexo na rede. São poucos os vídeos com “historinhas” – a maioria já é editada para ir à rede direto ao ponto que interessa. Os filmes mais populares são aqueles estrelados pelas divas do cinema pornô, como Bruna Ferraz e Mônica Matos. Porém, com a popularização da tecnologia, os filmes amadores acabaram se destacando e criando novas divas tão rápido quanto uma punheta. É só terminar de bater uma que já tem milhares de novos vídeos pipocando na internet. Basta um celular na hora da foda para que o mundo inteiro toque uma gloriosa para um anônimo(a) no dia seguinte.
- Publicações:

“Uma revista para os jovens alegres de todas as idades.” É assim que se autointitula A Melindrosa, uma publicação quinzenal dos anos 20 que trazia nas entrelinhas toda a malícia das relações interpessoais da época. Desenhos de mulheres em poses sedutoras num estilo que lembra as pin-ups, artigos de humor e contos picantes completam o conteúdo. Entre os anos 50 e 70, o Brasil conheceu os quadrinhos eróticos de Carlos Zéfiro, que aproveitava o tempo livre como funcionário público para desenhar. Zéfiro vendia seus quadrinhos nas bancas, cobertos por capas que lembravam livros religiosos. Era só pedir por um “catecismo” que o vendedor já sabia o que o cliente queria. Na mesma época, surgiam na Itália os quadrinhos de Milo Manara, uma referência nos gibis eróticos; e, nos EUA, surgia a Playboy, considerada a primeira revista que publicava fotos de mulheres nuas.

Atualmente, boa parte das publicações de putaria já disponibiliza seu conteúdo na internet. Se não o faz, os louvadores e louvadoras de Onã dão um jeito de fazê-lo. Nos quadrinhos, os traços ocidentais perderam terreno para os olhos oblíquos dos japoneses e seus hentais com cenas de sexo bizarras e ejaculações monstruosas. Mas quem ainda curte levar uma revista para o banheiro não fica na mão (literalmente). E não são poucos!
- Games:
Muito antes dos viciados em games se emocionarem com as coxas da Chun Li em Street Fighter II, havia os joguinhos de sacanagem da Atari nos anos 80. O mais conhecido deles era o X-Man (nada a ver com mutantes), em que você controla um bonequinho com paudurescência por um labirinto cheio de tesouras e dentaduras, prontos para decepá-lo. Ao chegar no final, o protagonista do jogo trepava com uma mulher nas mais variadas posições. Em Cluster’s Revenge, o jogador controla um cowboy peladão que precisa atravessar uma chuva de flechas para copular com uma índia. Já em Beat’Em & Eat’Em, um cara peladão fica batendo punheta em cima de um prédio, e o seu objetivo é fazer com que as mulheres que ficam embaixo catem a porra com a boca – há uma versão feminina deste game, em que uma mulher fica jorrando leite dos peitos, e dois caras ficam embaixo esperando para mamar.
Foi necessário um salto de mais 20 anos para que a pornografia atingisse novamente os jogos. Se antes a sexualidade estava maquiada em jogos de protagonistas cheias de curvas pixeladas como Lara Croft, agora ela vem com tudo e mais explícita do que nunca! A ThriXXX é especializada em games de computador como o SexVilla, um ambiente virtual em que você pode customizar o seu avatar e o de seu parceiro sexual, e mandar ver da maneira que quiser. Da mesma produtora, há também as versões gays e lésbicas do software. Algumas das diversões eletrônicas levam o nome de estrelas pornô, como é o caso da Virtually Jenna, jogo inspirado nas curvas e performances da atriz Jenna Jameson. Isso sem falar nas infinidades de jogos em flash, que rodam direto do navegador, sem precisar de instalação.
- Olho no Olho:
Nem sempre a masturbação se torna uma atividade solitária. Pelo menos em parte. Casais apaixonados separados pela distância tinham o telefone como recurso no passado. Bastava o parceiro (ou parceira) falar algumas sacanagens ao fone para que, do outro lado, as calças começassem a esquentar de tesão. Na falta de alguém para aguçar a sua imaginação, uma ligação para o Tele-Amigo resolvia o problema – com a vantagem de que você podia mandar ver todo dia conversando com uma pessoa diferente sem medo de ser feliz. Hoje o papo começa com um “oi, quer tc?”. Um computador com conexão rápida e webcam proporciona hoje o estímulo masturbatório mais interativo de todos. É só encontrar alguém com as mesmas intenções numa sala de chat por aí, para logo trocarem contatos de MSN e/ou Skype e começar a sacanagem virtual. Vale tudo: de striptease até masturbação em rede – quem quer brincar é que decide as regras do jogo.
TÉCNICAS MASTURBATÓRIAS
A masturbação é muito mais do que um impulso instintivo do corpo em busca do prazer. É uma arte solitária e individualista que requer a prática incestante para atingir a perfeição.
- Para homens:
* Mão dormente: Basta sentar em cima de mão por alguns minutos antes de descascar a banana. A sensação é a de que outra pessoa está executando o vai-e-vem pra você.
* Camiseta: Enrolado numa camiseta, o seu pau aquece mais rápido. Outra variação é usar uma meia no lugar da camiseta. * Com as duas mãos: Uma fica na base do cacete, e a outra na cabeça. Aí é só sincronizar os movimentos até gozar.
* Concha: O esquema é fazer uma concha com as duas mãos, e meter loucamente como se fosse uma vagina de verdade.
* Jato d’água: Durante o banho, deixe a água bater na cabeça do pau para aumentar o prazer.
* Mentolada: Usando pomada Vick ou pasta de dente na cabeça do pau, para dar aquele frescor.
* Mosquinha: Consiste em colocar uma mosca sem asas na cabeça do pau enquanto bate a bronha. E necessária demasiada técnica para que a mosca não caia.
* Circle Jerk: Não chega a ser uma técnica. Muito praticado pelos americanos, o Circle Jerk consiste em reunir os amigos para bater uma bronha em volta de um donut, em cima de onde todos devem gozar. Quem esporrar por último perde, e ainda por cima tem que comer a rosquinha com cobertura extra.
- Para mulheres:
* Massagem normal: Segure o clitóris com o polegar e o indicador, e vá acariciando até atingir o prazer.
* Massagem circular: Com o dedo indicador e médio em cima do clitóris, faça movimentos circulares, alternando a velocidade e a pressão.
* Batidinhas: Com uma das mãos, deixe o clitóris exposto. Com a outra, dê pequenos “estalos” em cima dele.
* Combinação: Com uma das mãos você massageia o clitóris, com a outra você introduz um ou mais dedos na vagina.
* Torneira: Esta é pra fazer na banheira. Basta se posicionar de forma que a água da torneira caia bem em cima do clitóris.
* Spray: Mesma técnica acima, mas com a torneira tapada parcialmente com um dos dedos, fazendo mais pressão.
* Chuveirinho: Para quem não tem banheira em casa, o chuveirinho é a solução!
* Travesseiro/Ursinho de pelúcia: A fricção de um desses objetos entre as pernas massageia o clitóris, estimulando o prazer.
BRINQUEDINHOS
Até mesmo o sexo solitário pode enjoar. Para apimentar a relação entre você e seu ego, existem muitos brinquedos à disposição no mercado, saciando ambos os sexos na arte da masturbação.

Borboleta com vibrador – Discreto, cabe na bolsa, e quebra o galho da mulher em qualquer lugar. R$126

Vagina em cyber-skin – Não menstrua e não discute a relação. O material imita a pele humana e ainda possui rugosidades internas que dão realismo à coisa. R$145

Vagina e ânus – Para quem não se contenta só com a entrada principal, e curte também a entrada dos fundos, este é O produto. R$259

Bucetão gigante – Para quem acha que tamanho é documento. R$65

Estimulador de próstata – Invade atrás para manter o da frente ereto. R$244
Vibrador pincel de blush – Use no ambiente público para se maquiar, e no privado para se masturbar. R$180
Penthouse ânus e vagina com vibração e cyber-skin – Combo para seu pau não botar defeito algum; R$345
Consolo monstro – 37 centímetros de comprimento e 6 de grossura. Vai reclamar agora? R$130
Batom vibrador – Quem disse que os lábios inferiores também não usam batom é porque não conhece este. R$125
“Rabbit” – O consolo multifacetado vibra, estimula ânus, clitóris e vagina, e ainda possui relevo giratório. É quase uma arma. R$450
Vibra-pod – Ligue o aparelhinho ao seu iPod, e sinta a vibração de acordo com o ritmo da música. R$399
GAMBIARRAS MASTURBATÓRIAS
Não basta você ser punheteiro ou siririqueira: tem que ser um fodido(a) também, que não tem dinheiro pra comprar uma revista sequer, e só acessa a internet na lan-house. Nessas horas, a imaginação e o improviso podem ser bons aliados na busca do prazer solitário. Porém, faça isso por sua conta e risco:
• Na busca de algo que estimule o clitóris como um vibrador, é só usar aquele seu celular tijolão. Programe o alerta vibratório nele, e aí é correr pro abraço!
• Objetos de uso pessoal no banheiro, como escovas de dente, tubos de desodorante, pentes e escovas de cabelo muitas vezes ajudam no ato. Se você tocar uma camisinha num tubo de desodorante aerossol, fica tal qual uma benga (e mais efetiva do que muitas de verdade que existem por aí). As mais abonadas, que possuem escova de dentes elétrica, possuem no aparelho um discreto consolo com vibrador em casa e nem sabem o que estão perdendo.
• Para os covardes praticantes do cinco-contra-um, qualquer estímulo visual é válido. Até mesmo aquele catálogo de lingeries do supermercado com as modeletes em trajes sumários. As revistas femininas da sua irmã também valem.
• Se você só funciona se ver um peitinho desnudo, ou um pelo pubiano aparecendo, nos livros de biologia existem aos montes! Caso alguém veja você entrando no banheiro com um desses, vai pensar que até na hora de cagar você não deixa de estudar.
• A mãe natureza é sábia e fornece recursos até mesmo para o ato solitário. Um furo numa fruta de polpa suculenta, como a melancia, por exemplo, pode proporcionar boas experiências. As frutas e leguminosas fálicas – banana, pepino, berinjela, e por aí vai –, quando devidamente encapadas, se tornam próprias para consumo vaginal e anal.

• Falando em comida, o açougue também pode ser um antro de perversão. Vai dizer que um salame não daria um bom consolo improvisado? Aos homens, dá pra meter o pau no coxão de dentro ou na maminha – quase uma espanhola bovina.
• O primeiro amor de muita adolescente foi aquela caneta paraguaia de dez cores diferentes. Se até aquilo já foi usado para se masturbar, o que impede que outro tipo de material de escritório não seja? Se você achar que uma bic é muito fina, pegue umas cinco e junte com elástico. Só certifique-se de que as canetas continuam com as tampas nos seus respectivos lugares, e de que não se perderam em nenhuma reentrância do seu corpo.
Agradecimentos à Piacere Sex Shop – fone (51) 3225-5445



